segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Horta Comunitária

Era uma vez uma batatinha fedida, nojenta, estúpida e burra. Iinfelizmente, era muito otária, muito mesmo. Não se ligava do mundo ao seu redor.

E existia pelas redondezas uma couve flor e uma horta de cebolinhas.

A couve flor tinha um amor platônico pela batata, mas a batatinha era muito mais velha, e vivia com as cebolinhas (por isso que a batata era tão fedida).

E a couve flor sonhava com o dia em que poderia beijar a batata. Ver a batata era o que motivava seu dia.A couvezinha era tão feliz, tanto que era chamada de flor feliz. E tinha um sentimento tão puro, um desejo tão ardente, que a batata se tornava perto dela nada mais que uma batata fria, crua e venenosa. (venenosa, ê ê ê, batata venenosa, ê ê ê);

As amigas da couvezinha a amavam muito e não a deixavam se levar por batatas podres.

Num belíssimo dia, a couve flor abriu as pétalas e notou que a batata nem era tão encantadora assim. Estava finalmente livre de todo aquele amor platônico.

Isso era o que ela pensava...

Enquanto pensava isso, começou a ter um caso com a cenoura. Nossa batata fedida, nojenta, estúpida, burra, otária, fria, crua e venenosa estava perdendo a couve flor.

Na verdade ele nunca a teve, mas ele achava que a couve flor ainda era bobinha por ele.(haha, coitado!)

Quando começou a perceber que ela estava se afastanto, seu coração doeu e ele começou a correr atrás da couve.E descobriu o caso lésbico com a cenoura.

Seu coração se dilacerou, e então a batata resolveu se declarar para a couve flor.

Na parte mais fofa e fértil da horta, ele encheu as salsinhas de balões de corações, e plantou várias rosas e vários lírios ao lado.

Chamou a couve flor para aquele canto e sussurando um "preciso de você", a beijou.

Ele esperava ficar com ela pro resto de sua vida, mas nem sempre tudo acaba bem. Ela deu um combo nele (tapa na cara + chute no meio das pernas), e falou: "Esperei tanto por você... mas não sou boba. Bem feito pra você, que demorou tanto tempo pra me notar. Vai ficar com as suas cebolinhas nojentas, batata podre".

Tira e teima pedem mil desculpas! Depois de muitos séculos sem postar, estamos de volta, e prometemos histórias cada vez melhores!



Beijinhos de Tira-Teima *:

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Hoje não teremos histórias \: Maaaaas, em compensação, Tira e Teima tem para vocês um super poema, pra acabar a semana bem.

Todos Meus

O ruivo,
o moreno,
o loiro,
todos meus.

Amor demais,
amor sem dó,
amor para todos,
todos meus.

Beijos ardentes,
carícias infinitas,
tantos homens no mundo,
todos meus.

Amor o tempo todo,
amor pra mais de um,
tantos homens nesse mundo,
todos meus.

Flor de Liz



Tira e Teima desejam um ótimo final de semana pra vocês! :*

quinta-feira, 27 de agosto de 2009


Fofa Irresistível

Era uma vez um bicho de pau chamado Apresuntado.
Era outra vez uma laranja chamada Pegatu.
Era uma nova vez uma batata assada chamada Oinc.
Era mais uma vez um pontinho preto chamado Piblack.
Era uma quinta vez um belo adormecido chamado Lama.
Era novamente uma vez uma uva chamada Fals.
Era, agora pela última vez, um aspirador chamado Bomix.
Todos viviam na Pimenta City e se odiavam, pois disputavam o cargo mais alto da melhor empresa de Pimenta City, Pimentel.
E ganharia o cargo quem conquistasse a mais bela, inteligente, querida e sincera habitante de Pimenta City: Fofa.
Mas eles não sabiam que ela era tudo isso, pois Fofa era misteriosa e vivia tampando a cara com um véu. E os seus véus eram lindos! Tinha um de estampa de oncinha. E um roxo. E um amarelo. E um rosa. E um vermelho, e mais um monte.
E ninguém sabia como ela era, pois o véu não saía da sua cabeça, ou seja, o véu "fazia a sua cabeça".
Um dia todos foram se apresentar para ela.
Apresuntado era machão, tosco. Pegatu era covarde demais. Oinc era porco e distante. Piblack era fofo, mas tinha namorada. Lama era ainda mais distante que Oinc. Fals era... insuportável, e Bomix.... Bom, Bomix era um aspirador!
Apesar de tudo isso, Fofa queria todos eles.
Fofa não sabia que eles estavam se aproximando dela por interesse. Por isso sempre era fofa, querida e tudo o mais com eles.
Ela era fofa, mas no fundo estava louca pra pegar todos eles ao mesmo tempo. Não é que tinha um mau coração. É que ela já tinha sido tão enganada, tão machucada, que não sabia se valia a pena ficar com um só. Por isso querida todos, todos eles.
O que aconteceu, na verdade, é que todos eles, que estavam perto dela por interesse, se apaixonaram pela Fofa. O sobre-nome de Fofa era Irresistível.
Pois bem, Fofa podia querer todos eles, e todos eles quererem ela. Ela dava um sinal de vez em quando mostrando que os queria, mas nada demais. Ela não era boba. E, um dia, todos fizeram uma reunião, para Fofa declarar com quem queria.
Fofa, sem saber o que fazer, falou que ficaria com aquele que conseguisse ficar mais tempo dançando o Créu.
E lá se foram todos: Apresuntado, Pegatu, Oinc, Piblack, Lama, Fals e Bomix, todos dançando o Créu.
Fofa Irresistível ria que se acabava da cara deles. E então uma nuvenzinha falou que eles estavam atrás dela apenas por interesse.
Fofa levou um por um atrás de um grande Super-Mercado e ficou com todos. Todos ficavam se gabando por terem a conquistado, enquanto quem ria era ela.
Até que, para acabar com sua vingança, Fofa fez um feitiço para que Apresuntado ficasse com Pegatu, Oinc beijasse Piblack, e Lama, Fals e Bomix fizessem um triângulo amoroso.
E, para terminar, Fofa Irresistível se transformou em uma pimenta e passou o resto de sua vida sendo idolatrada em Pimenta City, e, por ela mesma se conquistar, ganhou o cargo mais alto de Pimentel, acabando com todos aqueles homens.


quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Queridos fãs, Tira e Teima pedem mil e umas desculpas. Estivemos com probleminhas com nossas tesouras e não tivemos a oportunidade de postar na última semana, postando o final da Terra da Camamesaebanho apenas ontem.
Nesta noite não terá uma nova história, pois Tira e Teima estão em semana de provas.
Porém, amanhã, teremos um especial. Será inesquecível, divertido, fofo, cheio de aventuras, romances e tragédias. Não percam!


Agradecemos aos comentários, mesmo. Estamos felizes com o carinho de vocês :$

Beijinhos de Tira e Teima :*

terça-feira, 25 de agosto de 2009


Terra da Camamesaebanho – Parte II


Alguns fios gelados começaram a apartar sua etiqueta, machucando-a.

Ela não sabia o que estava acontecendo, estava em desespero total.

A dor estava se tornando intensa, até que algo a puxou aquilo que a abusava e ela só conseguiu ver vultos lutando.

Ela queria fugir, mas queria também saber quem tinha a salvado, mas não deu tempo, pois quando ia perguntar quem era, um outro corpo, desta vez quente, a beijou.

Depois do longo beijo, ele começou a apalpar a etiqueta dela, que aos poucos foi aos céus.

Senhorita Pano de Chão estava nas nuvens quando seu misterioso herói deu-lhe um beijo na testa e partiu, deixando com ela apenas o doce perfume e a ardente e calorosa lembrança.

Sem pensar, voltou correndo para casa, com medo de que algo mais estranho acontecesse. E passou a noite olhando as estrelas, ouvindo uma música dramática e lembrando daqueles fios macios, deliciosos e carnudos.

Na manhã seguinte, ela se sentia totalmente diferente: de um pano de chão, se sentia um travesseiro de primeira qualidade, ou o roupão mais macio e belo da Terra da Camamesaebanho.

Quando estava caminhando, Dom Roupão passou por ela e deu um sorriso.

Nisso tudo se encaixou, e ela pode jurar que tinha sido ela o seu herói na noite anterior. Ficou toda boba. Tão boba que quando encontrou Doutor Toalha, foi contar, toda feliz, que Dom Roupão tinha a beijado e salvado na noite anterior.

Ele ficou com cara de taxo, e começou a chorar. Então foi pro motel, pensando em se matar.

Mas ele queria fazer coisas no motel antes de morrer, e a chamou para ir junto. Porém, claro, ela não aceitou, falou que não iria trair seu grande amor.

Ele não tinha mais nada a perder, então se declarou e contou tudo. Ela não acreditou, e ficou rindo dele.

Ele, inconformado, a beijou.

E ao sentir aqueles fios a envolvendo, ela percebeu que ele tinha dito a verdade, e descobriu que no fundo o amava.

Mas, como tudo que é bom dura só um pouquinho, um aviãozinho de controle remoto bateu na cabeça dele e ele morreu de morte morrida, na verdade, traumatismo craniano.

Senhorita Pano de Chão foi acusada da morte de seu verdadeiro amor, e passou o resto da vida limpando privadas.

E o Dom Roupão? Bom, meu caro amigo... assumiu ser gay!


quinta-feira, 13 de agosto de 2009


Terra da Camamesaebanho

Há muito tempo, na Terra da Camamesaebanho, existia o Dr. Toalha, popularmente conhecido por sua brancura. Ele brilhava, de tão branco que era.
Todas da Terra da Camamesaebanho eram apaixonadas por Dr. Toalha, menos a senhorita Pano de Chão.
Ela não achava graça em ser "mais uma" correndo atrás dele e não sendo percebida. O problema, nessa história, é que o charmoso Dr. Toalha era terrivelmente apaixonado pela simples e sincera senhorita Pano de Chão.
Só que ela sempre o achou esnobe, ignorante e idiota. No pensamento dela, ele só se achava. O que ela não sabia era que Dr. Toalha era assim pois queria chamar a atenção dela.
Ele fazia de tudo, até limpeza de fios todos os dias, para tentar conquistá-la com a ótima qualidade de seus fios. Eram brancos, brilhantes e macios. UAL!
Mas não adiantava: ela era apaixonada por outro, o Dom Roupão.
Ele era alaranjado, quase ferrugem, de aparência humilde, fio 10.
Senhorita Pano de Chão passava horas a encará-lo. Ela ficava arrepiada quando ele passava. Segundo ela, ele era quente...
O problema, nessa história, é que Dom Roupão era, na verdade, gay.
E Pano de Chão nem sonhava que ele "poderia" algum dia na vida ser gay.
Apesar de nunca o ver "flertando" com alguma mulher, para ela ele era muito perfeito.
Ela era tão boba que achava que ele estava esperando o amor da vida dele. E, é claro, esse amor era ela. Mas ela só achava.
Um certo dia, senhorita Pano de Chão estava andando sozinha pela Rua da Segunda Qualidade.
Estava meio sem ação, triste, essas coisas de amor não correspondido e tals.
Até que, em um canto sombrio e gélido, foi surpreendida. O que seria?



CONTINUE IN THE NEXT DAY

quarta-feira, 12 de agosto de 2009


OINCTCHIN

Era outra vez na Porcolândia, onde todos eram porquinhos fofinhos, elegantes e cor de rosa. O único porquinho fofinho e elegante que não era rosa era Ázul, um porco azul.

Apesar de ser fofinho e elegante, os outros porcos o ignoravam. Para os porquinhos, não importava se ele era fofinho e elegante: ele era AZUL!
A vida na Porcolândia se seguia normalmente, até que uma porquinha rosa chamada Porcanete deu um espirro.
Nunca tinha acontecido nada parecido, NUNCA.
Todos os porcos assustados ficaram.
As porquinhas patricinhas, porquicinhas, desmaiaram.
Os porquinhos malacos, porcolacos, começaram a fazer um rap de protesto.
Do nada todos os porcos de Porcolândia começaram a passar mal.
Uma voz do além detectou o que era e disse: "É Gripe Cavalária!"
Todos ficaram peludos, comendo grama e se babando, menos, é claro, Ázul.
Foi quando chegaram a conclusão de que Ázul tinha algo diferente além da cor: ele era mais forte.
E todos os rosinhas da cidade começaram a suplicar ao Ázul para salvá-los.
Ázul, por sua vez, teve a chance de se vingar de todos os rosinhas da Porcolândia.
Começou a se aproveitar das almas dos rosinhas, pedindo de tudo, desde uma máquina para roçar grama (o que não foi preciso, já que os rosinhas estavam com Cavalária, e comiam toda a grama) até ometele de jaca frita.
Porém nosso porquinho fofinho e elegante se cançou de aproveitar tudo sozinho.
E se sentiu muito solitário. Sua consciência começou a esmagar suas glândulas salivares de tão pesada que estava, e ele começou a babar muito.
Ele resolveu então ajudar os Pinkpigs (cidadãos de Porcolândia).
E, do nada, apareceu um tal de SUPERPIG!
É isso mesmo, irmãos! O bluepig tinha um segredo: era, na verdade, o Superpig, com seus super poderes.
Então, voando, ele distribuiu anti-linguia e anti-pernil (para nós, humanos, anti-corpos) para ajudar com a gripe Cavalária.
E como a população de Porcolândia era muito grande, o Superpig, agora um herói amado por todos, começou a murchar.
Tinha doado tudo de saudável, para ajudar os outros! Não tinha mais nenhum anti-pernil para se salvar da anorexia suína.
Ele ajudou tanto, tanto, e murchou tanto, tanto, que acabou virando uma uva passa.
E essa uva passa foi guardada no vácuo, e colocada na praça deia em homenagem a Ázul.

terça-feira, 11 de agosto de 2009


G-R-E-E-N

Era um vez uma menina morena, de olhos verdes, gostosona e com cabelos verdes da cor dos olhos. Ela parecia um e.t.

Todas as meninas se apaixonavam por ela, e começavam a pintar seus cabelos de verde, tentando conquistar a e.t.
Seu nome era Greena, e ela amava cabelos verdes.
Os meninos da cidade não aguentavam mais, pois a cidade começou a ser abduzida por verde, afinal as meninas apaixonadas encheram os bueiros de tinta verde.
Sem contar que não existiam mais meninas hétero: todas tinham virado homossexuais.
Então os meninos iniciaram uma revolução, com a intenção de fazer as meninas bissexuais. Mas não adiantava, então eles resolveram que deveriam ficar verdes também.
E então Greena começou a pegar todos eles, beijando e fazendo tudo o mais, com 10 de cada vez, no mínimo.
Mas ela se enjoou dos caras, e começou a comer as coxas deles assadas à lá molho verde.
Depois de um tempo, percebeu que estava exagerando e resolveu parar de comer as cochas com molho verde.
Ela queria agora governar a cidade, para fazer do mundo um lugar mais verde.
Começou a pensar sobre sua campanha e notou que nem todos a apoiavam (preconceituosos). Não sabia por onde começar.
Como a cidade estava cada vez mais violenta, Greena começou a espalhar o seu super pó "Apoidapeticositosinho" por toda a cidade, que começou a voltar ao normal. Principalmente as cores.
Ela ficou deprimida, pois não entendia o que estava acontecendo. O pó deveria fazer todos da cidade quererem obedecer ela, e não deixar as coisas normais.
Ela começou a se bater e perceber como estava sendo egoísta. Sentiu vontade de se matar, pois estava com vergonha por tudo o que tinha feito.
E chegou um menino com os cabelos mais negros da cidade. Ele não era lindo, mas Greena o achou encantador.
Ele queria ajudá-la, mas estava com tanta fome que começou a comer suas próprias coxas à lá molho verde. Ela se emocionou por ter descoberto que o menino e ela tinham a mesma comida predileta.
Quando ele acabou de comer as próprias pernas, começou a morrer por não poder sapatear mais. Greena juntou toda sua força verde e deu ao menino pernas de cebolinha verde dois pés de feijão.
Ele ficou feliz e saltitante, e os dois saíram por aí comendo pernas à lá molho verde.


Cuidado: as suas pernas podem ser as próximas.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Duas meninas lindas e fofinhas, com risadas totalmente estranhas e divertidas, mentes brilhantes e cérebros atualizadíssimos.
A cada semana uma história completamente diferente de tudo o que você já viu/ouviu/leu será postada aqui.


obs.: Não espere contos de fadas, muto menos histórias idealizadas.


Prepare-se para se divertir!